terça-feira, 29 de maio de 2012

A Química e o Mercado de Trabalho



Os investimentos na indústria química brasileira devem chegar 167 bilhões de dólares até 2020, criando mais de 2 milhões de empregos, de acordo com um estudo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Vários motivos levam a esse quadro favorável, entre eles o crescimento econômico do país, a descoberta do pré-sal e ainda a versatilidade desse profissional. "A área química é muito vasta, desde tingimento de roupas e aditivos alimentares até CDs têm parte química. Sem falar na área forense, que tem avançado muito, e na parte de controle ambiental", explica a professora Márcia Guekezian, coordenadora do curso do Mackenzie, de São Paulo. Assim, ele pode atuar em diversos tipos de indústria, como alimentos, desenvolvimento de combustíveis baseados em fontes renováveis, farmacêutica, petroquímica, agroindustrial e da moda, ou, ainda, trabalhar na busca de soluções para suavizar as mudanças climáticas. A área ambiental é a que apresenta as melhores expectativas. Empresas grandes, como a Mercedes-Benz, possuem um departamento próprio para cuidar do reúso da água. Mas há a possibilidade de trabalhar em empresas que prestam serviços para grandes indústrias ou até mesmo como autônomo. As regiões industriais do Sudeste e Sul concentram a maior parte das vagas. Mas incentivos fiscais têm levado muitas empresas para o Nordeste, sinalizando com ótimas perspectivas. Para quem deseja se dedicar ao ensino, a demanda também é grande. Como há escassez de profissionais para dar aulas em escolas de Ensino Fundamental e Médio, há outros licenciados, como biólogos e engenheiros, ocupando essas vagas. 


Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/ciencias-exatas-informatica/quimica-602532.shtml

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